O filme não é só do ator.
Peço desculpas por fazer outro adendo, mas como só agora consegui assistir Estômago, de Marcos Jorge, me senti na obrigação de reivindicar, mesmo que brevemente, os méritos do diretor, que ficaram de fora da crítica postada neste blog. O filme também é do diretor.
Marcos Jorge foi direcionado e objetivo: contou a história de Raimundo Nonato, um paraibano que chega em São Paulo, a partir da comida – e aí entendam por comida toda e qualquer conotação que vier à cabeça. E Marcos Jorge faz isso em um filme divertido, cheio de personagens-tipo, caricaturas.
Não só o ator, mas as sacadas do diretor deixam o filme efetivamente digestivo. E a sacada genial: Estômago começa com o close de uma boca e termina com o close de uma bunda (não encontrei forma mais delicada de dizer isso).
Por Gabriela Mayer
15/04/2008 às 6:39 pm |
hahahaha ótima a observação
16/04/2008 às 7:32 pm |
Adorei o modo sutil como você disse que o filme começa e termina.
Delicadíssima!!