Crítica: Quebrando a banca agrada como bom blockbuster

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       Da esquerda para a direita,
Lawrence Fishburne, Kevin Spacey, Kate Bosworth,
Jim Sturgess e Robert Luketic
Blockbuster, em seu sentido literal, é um filme “arrasa-quarteirão”. A união de atores populares junto ao grande público a fatores como história interessante, roteiro bem-amarrado, turning points surpreendentes, muita ação e um romance na dose certa é o que faz de filmes assim sucesso de público. E Quebrando a banca, do diretor Robert Luketic, cumpre essas exigências no melhor sentido que o termo blockbuster possa carregar.
Estrelado por Kevin Spacey – que também assina a produção executiva do longa -, o filme dá ao novato Jim Sturgess espaço para conquistar de vez a simpatia do público. O ator não deixou por menos e o que vemos nos 123 minutos é uma atuação simpática, sem desvios graves, apoiada nos outros cinco colegas do MIT com quem Ben, seu personagem, ganha fortunas aplicando seus conhecimentos matemáticos em cassinos de Las Vegas.
Liderados pelo professor inescrupuloso vivido por Spacey, os sete personagens gastam finais de semana e “feriados cristãos” na cidade-luz americana subtraindo os gordos cofres dos cassinos locais. Espécie de versão teen de Onze homens e um segredo, o filme arrancou risadas de tiozinhos durante a sessão de pré-estréia. O título do filme em português, assim como a tradução de Onze homens…, foge do original. Em referência ao jogo que é fonte de riqueza para a ‘quadrilha’, o filme se chama, originalmente, “21″, sinônimo do Blackjack.
Feito para o espectador não pensar muito, Quebrando a banca é muito didático para explicar as voltas que a história dá para justificar o final – surpreendente para os preguiçosos e divertido para os que já sacam a idéia do jovem aluno no meio do filme.
POR QUE VER? Pelas cenas mais ‘calientes’ entre Jim Sturgess e a charmosa Kate Bosworth. Pela atuação do chinês cleptomaníaco da turma. Pelas ’surpresas’ e turning points bem localizados e explicados.
POR QUE NÃO VER? Se você quiser um filme cabeça que leve a alguma reflexão, passe longe da sala de exibição. Pelo viés teen que o filme toma. Para quem não se contém com a promiscuidade de Las Vegas.
Ou seja, se você for chato, ou estiver chato nesse dia, não veja. Caso contrário, “Quebrando a banca” é uma boa para aquela tarde fria. Com ou sem boa companhia.
Abaixo, tenha uma degustação e tire suas próprias conclusões. E comente!
QUEBRANDO A BANCA
(21 – EUA, 2008)

2 Respostas para “Crítica: Quebrando a banca agrada como bom blockbuster”

  1. Beatriz Lira Disse:

    Não vi o filme mas vou assistí-lo. Gostei muito da crítica!Valeu OMIRIM cheio de talento!

  2. Ewerthon Disse:

    Calientes é pouco! Da-lhe Jim Sturgess…

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